sexta-feira, 17 de julho de 2015

Amigo

Imagem recebida por E-mail

"O Verdadeiro Amigo É Aquele Que Sabe Corrigir Os Nossos Erros." [Huberto Rohden]





domingo, 12 de julho de 2015

Amar é

Montagem em 12 de julho de 2015

Amar É
Maria Brandão

Amar é uma dádiva
Da vida.
É a certeza de que
A incerteza da felicidade
Rolará...
Como pedra...
Para longe do caminho,
Tornando-o livre...
Seguro.



sábado, 11 de julho de 2015

Briga Musical

Imagem encontrada à página 34, de Dalva de Oliveira,
da Coleção Folha 'Grandes Vozes', nº 23.


"Dalva, que a juízo dos historiadores Jairo Severino e Zuza Homem de Mello soube muito bem, o tempo inteiro, 'imprimir às canções a dose de sentimentalismo que elas exigiam', esteve quase sempre na defensiva, mais justificando-se e lamentando do que acusando. Só foi mais contundente em "Calúnia" (Márino Pinto-Paulo Soledade), de feitio condizente com a hora, "Palhaço" (Nelson Cavaquinho-Osvaldo Martins) e "Poeira do Chão" (Armando Cavalcante-Klecius Caldas), todos sambas, os dois  últimos de estoque acumulado pelos autores antes da deflagração da briga musical." [in Dalva de Oliveira de Moacyr Andrade] 



sexta-feira, 10 de julho de 2015

Amor Sobreviva

Fotografia de 07 de 11 de 2010


"Mesmo que tudo acabe, basta que o amor sobreviva e eu sobreviverei também”". [Emily Brontë]





domingo, 5 de julho de 2015

Poema da Minha Morte

Imagem CD Expert


Poema da Minha Morte
Sérgio de Mattos Cardoso (1925-1972)


Quando eu morrer,
os vermes hão de vir fartar-se em minha boca
e, chiando de prazer,
saciarão sua fome louca
em meus lábios e minha língua,
fervilhando de gozo, morderão...
Depois, meu coração
será servido
nesta bacanal
sem que eu solte um único gemido.
Mas, quando tudo afinal
estiver terminado,
quando, fartos de mim,
tiverem todos partido,
só completamente só
enfim,
quase de novo transformado em pó,
quase de novo nada,
descansarei na eternidade,
levando como prova da passagem por aqui,
como sinal de que vivi,
minha boca escancarada
numa larga gargalhada...



sábado, 4 de julho de 2015

Palabras de paz

Imagem recebida por E-mail

-Bien -dijo el obispo-, que paséis buena noche. Mañana temprano, antes de partir, tomaréis una taza de leche de nuestras vacas, bien caliente.
-Gracias, señor cura -dijo el hombre.
Pero apenas hubo pronunciado estas palabras de paz, súbitamente, sin transición alguna, hizo un movimiento extraño, que hubiera helado de espanto a las dos santas mujeres si hubieran estado presente. Se volvió bruscamente hacia el anciano, cruzó los brazos, y fijando en él una mirada salvaje, exclamó con voz ronca:
-¡Ah! ¡De modo que me alojáis en vuestra casa y tan cerca de vos!
Calló un momento, y añadió con una sonrisa que tenía algo de monstruosa:
-¿Habéis reflexionado bien? ¿Quién os ha dicho que no soy un asesino?
El obispo respondió:
-Ese es problema de Dios.
Después, con toda gravedad, bendijo con los dedos de la mano derecha a su huésped, que ni aun dobló la cabeza, y sin volver la vista atrás entró en su dormitorio. 
Hizo una breve oración, y un momento después estaba en su jardín, donde se paseó editabundo, contemplando con el alma y con el pensamiento los grandes misterios que Dios descubre por la noche a los ojos que permanecen abiertos.
En cuanto al hombre, estaba tan cansado que ni aprovechó aquellas blancas sábanas. Apagó la luz soplando con la nariz como acostumbran los presidarios, se dejó caer vestido en la cama, y se quedó profundamente dormido. Era medianoche cuando el obispo volvió del jardín a su cuarto. Algunos minutos después, todos dormían en aquella casa. [in Los Miserables de Victor Hugo]





sexta-feira, 3 de julho de 2015

Dúvidas X Certezas

Montagem em cima de fotografia de 10/05/2015


"O problema do mundo de hoje é que as pessoas inteligentes estão cheias de dúvidas, e as pessoas idiotas estão cheias de certezas..." [Bertrand Russell]